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Geral  

Derrotar o fascismo é essencial para assegurar a democracia e impedir um retrocesso civilizatório

23/10/2018


Ato contra Bolsonaro realizado no Centro do Rio

Foto: Niko


Diferentemente das eleições presidenciais anteriores, a de 2018 traz uma ameaça sem precedentes aos trabalhadores brasileiros: é a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).

Além de defender um programa econômico absolutamente regressivo — baseado em mais privatizações, ataques à previdência, redução de direitos dos trabalhadores (como o décimo-terceiro) e sucateamento dos serviços públicos —, a candidatura Bolsonaro significa um verdadeiro retrocesso civilizatório. Um retrocesso que pode levar à perda de conquistas históricas acumuladas pelos trabalhadores brasileiros desde a luta pela redemocratização do país. E uma das conquistas mais ameaçadas é a liberdade de expressão e organização.

Isto porque o conteúdo ideológico que o representa, além de comprovadamente misógino, homofóbico, racista e preconceituoso com minorias, é a essência de uma personalidade extremamente autoritária e saudosa da ditadura militar, que em inúmeras ocasiões defendeu a tortura de presos políticos e até mesmo o fuzilamento de opositores, numa clara apologia da violência como método de ‘solução’ de conflitos. Algo típico de uma mentalidade protofascista que, entre outros absurdos, quer militarizar todos os setores da vida social, incluindo a saúde e a educação.

Não é à toa que, em todo o país, têm se repetido inúmeros episódios de violências físicas e morais praticadas por eleitores identificados com tais bandeiras contra qualquer pessoa que não concorde com a cartilha ditatorial do candidato.

Tal perfil autoritário e ditatorial também representa uma ameaça direta à própria existência do movimento sindical brasileiro e tudo indica que, uma vez eleito Bolsonaro, viveremos uma repressão sem precedentes contra os trabalhadores, reeditando as perseguições movidas pela ditadura militar.

Mas não está dado que este projeto já é vitorioso. A luta não está perdida e podemos virar esse jogo. Por isso é tão importante que derrotemos a candidatura Bolsonaro. Não se trata de defender a candidatura Haddad (PT) ou fechar os olhos para eventuais equívocos cometidos pelos governos petistas ou para quaisquer atos de corrupção cometidos, seja por que governos tenham sido praticados. Não. O que se trata é de uma luta contra a barbárie representada pela candidatura fascista. Uma luta em defesa de princípios civilizatórios básicos para o funcionamento da sociedade brasileira.

Agregados neste projeto nefasto estão fascistas e neonazistas, que negam o terror do holocausto, negam a violência da ditadura militar no Brasil, ignoram o massacre provocado por 300 anos de tráfico escravagista e que estão a serviço do que há de mais atrasado e retrógrado em nosso país. Aproveitam-se da desilusão do povo brasileiro para emplacar uma candidatura baseada em mentiras e falsas promessas.

Nessa avalanche, tal ideologia é uma ameaça concreta ao conceito de estado laico, à liberdade religiosa e à liberdade expressão.

Derrotar Bolsonaro é derrotar o fascismo, é derrotar as mentiras e o oportunismo de apontar soluções simples para as grandes dificuldades vividas em nosso país, decorrentes do abismo social em que vivemos.

Derrotar suas ideias é preservar a democracia e impedir um retrocesso de décadas na sociedade brasileira.

Ainda há tempo. Em nome da democracia, ele não!!!

Diretoria Colegiada do Sindsprev/RJ






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