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Geral  

Bolsonaro prepara 'agenda' contra trabalhadores ao extinguir Trabalho, afirma dirigente do Sindsprev-RJ

03/12/2018


O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), em entrevista; nesta segunda (3), ele anunciou a extinção do Ministério do Trabalho
foto: Valter Comparato/ABr

Da Redação do Sindsprev-RJ
Por Hélcio Duarte Filho

O presidente eleito Jair Bolsonaro tenta materializar uma "agenda que visa enfraquecer os interesses dos trabalhadores" ao decidir extinguir o Ministério do Trabalho. Quem afirma é o servidor Ronan Santos, diretor da Secretaria Jurídica do Sindsprev-RJ e funcionário do quadro da pasta.


Para o sindicalista, o capitão reformado do Exército recém-eleito confirma, assim, que seu compromisso é com empresários e não com os trabalhadores. "O ataque de Bolsonaro não se resume ao Ministério do Trabalho, durante a campanha eleitoral foi possível ver ele atacando todas as instituições que tenham como função defender os interesses do trabalhador", disse o dirigente do Sindsprev-RJ, destacando as declarações ofensivas do deputado federal à Justiça do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho.


O então candidato também reiteradas vezes criticou as centrais sindicais, os sindicatos e a legislação trabalhista. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Brasil, chegou a afirmar que os trabalhadores rurais, pelas características de seu trabalho, não poderiam estar submetidos à mesma legislação dos urbanos. "O trabalhador rural não pode ter fim de semana, feriado ou Carnaval", disse.


Logo após a eleição, a equipe do presidente eleito anunciou a extinção do Ministério do Trabalho. Pouco depois, porém, ensaiou um recuo, diante da repercussão negativa. Na segunda-feira (3), o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, disse que a pasta será mesmo extinta e as atribuições dela distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Gaúcha.


"É um ministério que já existe há mais de 80 anos, que nenhum governo ousou fechar. Na ânsia de atender aos interesse dos empresários, faz o mesmo que Temer fez com o Ministério da Previdência", criticou Ronan, que ressalta que o ministério que será extinto é o órgão competente para fiscalizar, regulamentar e incentivar a criação de postos de trabalho no país.






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