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Geral  

Sindsprev/RJ comemora prisão de Pezão com ato e bolo

04/12/2018

Servidores no ato que teve até bolo para comemorar a prisão de Pezão no xilindró
Foto: Fernando Fança

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Com um ato em frente à Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói, servidores do Hospital Azevedo Lima e diretores do Sindsprev/RJ, comemoraram a prisão do governador Luiz Fernando Pezão, acusado de corrupção. Foi servido um bolo à população com os dizeres “Cadeia para todos os corruptos”.

A diretora do Sindsprev/RJ, Clara Fonseca, disse que Pezão deveria estar junto com o seu comparsa, Sérgio Cabral Filho, em Bangu, e não em Niterói, onde está em uma sala com ar-condicionado. A também dirigente da entidade, Rosimeri Paiva (Rose), disse que graças aos desvios feitos por Pezão e Cabral “e toda a quadrilha que tomou conta do estado nos últimos anos”, muito dinheiro público foi desviado, o que fez com que diversas pessoas, usuários e servidores morressem.

“Enquanto o dinheiro ia para o bolso deles, faltava para comprar medicamentos, equipamentos, para fazer concursos para a contratação de mais pessoal e pagar salários, levando a nossa categoria a uma situação de calamidade”, lembrou Rose. Sebastião de Souza, também da diretoria do Sindsprev/RJ, parabenizou o Ministério Público pelas investigações que levaram à prisão de Pezão. Mas acrescentou que não basta prendê-lo, mas fazer com que o dinheiro desviado por ele e por Cabral seja devolvido ao estado do Rio. Lembrou ainda que o desvio era tanto que Pezão não respeitava nem os 12% previstos constitucionalmente para serem aplicados na saúde. “Neste ano, o montante de recursos não passava de 6%. Muita gente morreu em função disto”, frisou.

As acusações

O doleiro Álvaro Novis, delator da Lava Jato, disse que entregou dinheiro para um assessor do governador Luiz Fernando Pezão, segundo o Ministério Público Federal. O político foi precso na quinta-feira (29) na Operação Boca de Lobo, um desdobramento da Lava Jato.

Em depoimento, o delator disse que entregou dinheiro diretamente nas mãos de Luiz Carlos Vidal Barroso, o Luizinho, que trabalhava com Pezão e também está preso. Para tentar provar o que contou na Justiça, Álvaro Novis entregou gravações das conversas entre um funcionário da corretora de valores dele e Luizinho, o assessor de Pezão.






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