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Geral  

Familiares de idosa que morreu no Azevedo Lima aguardam decisão do TJ-RJ sobre pedido de indenização

31/01/2019

 

 

 

 

A idosa Vera Lúcia Manhães com a filha, Patrícia Figueiredo
Foto: álbum de família

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Os familiares de Vera Lúcia Figueiredo Manhães (foto), de 68 anos, ainda aguardam sentença do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) sobre a ação que moveram em outubro de 2017 (processo nº 0052734-24.2017.8.19.0002) contra o Estado do Rio de Janeiro. Vera Lúcia faleceu em 14 de outubro de 2016, no Hospital Estadual Azevedo Lima (Niterói), três dias após ter dado entrada naquela unidade com uma fratura do fêmur. A paciente tinha indicação de cirurgia imediata. Na ação judicial, os familiares de Vera alegam ter havido erro médico e pedem indenização por dano moral com a responsabilização da administração pública do estado. Recentemente, o Instituto Sócrates Guanaes (ISG) também foi colocado como réu na ação porque era a instituição que, na época do ocorrido, intermediava, junto ao Estado do Rio, a contratação e o pagamento de médicos para o Hospital Azevedo Lima.

Na última segunda-feira (28/1), a psicóloga Patrícia Figueiredo Manhães dos Santos, filha de Vera Lúcia, denunciou formalmente 7 (sete) médicos que participaram do atendimento à idosa. A denúncia foi protocolada no Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj), que terá de se pronunciar sobre o caso.

Centro cirúrgico fechado

Em 2016, cerca de 15 dias após o falecimento de Vera Lúcia, a reportagem do Sindsprev/RJ conversou com Patrícia Figueiredo Manhães dos Santos sobre os problemas ocorridos durante o atendimento e internação da idosa, que fraturou o fêmur na manhã do dia 11 de outubro daquele ano, após tropeçar e cair num desnível da calçada em frente ao número 177 da Praia de Icaraí (Condomínio do Edifício Álvares de Azevedo), ao lado da Praça Getúlio Vargas (Niterói). O relato do caso, em detalhes, está no texto inicial da ação. Além de negligência médica, os familiares de Vera Lúcia acusam o sucateamento dos serviços públicos de saúde como também responsáveis pelo falecimento da idosa. Segundo os familiares, na época em que atendeu Vera Lúcia, o Hospital Azevedo Lima estava com o centro cirúrgico fechado.

Leia a matéria publicada em 2016 pelo Sindsprev/RJ online, clicando aqui.
 

 

 






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