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Sindsprev/RJ repudia tentativa de Bolsonaro de ‘comemorar’ golpe de 1964

27/03/2019

Uma provocação, um deboche e um completo desrespeito com os milhares de vítimas da Ditadura Militar no Brasil. Assim é que trabalhadores, militantes e dirigentes de movimentos sociais e sindicais, além de entidades de defesa dos direitos humanos, estão recebendo a intenção do presidente Bolsonaro de, no próximo dia 31 de março, ‘comemorar’ os 55 anos do golpe militar que, em 1º de abril de 1964, depôs o então presidente constitucional do Brasil, João Goulart (1919-1976), instaurando 21 anos de trevas e arbítrio.

Durante o período de exceção no Brasil, milhares foram os trabalhadores e militantes presos, torturados, desaparecidos e exilados, sobretudo após o Ato Institucional nº 5 (AI-5), promulgado em 13 de dezembro de 1968.

Um dos aparelhos mais brutais da repressão montados na Ditadura foi o Doi-Codi, onde o então coronel Brilhante Ustra, ídolo do presidente Jair Bolsonaro, torturou inúmeros presos, segundo denúncias de entidades de direitos humanos e do grupo Tortura Nunca Mais.

Ao tomar conhecimento da intenção do governo de ‘comemorar’ o regime de arbítrio instaurado em 1964, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF), criticou duramente a intenção de Bolsonaro.

Em nome dos milhares de vítimas que tombaram na luta contra a Ditadura, o Sindsprev/RJ repudia a intenção do governo Bolsonaro e lembra que golpes militares não devem ser comemorados, mas repudiados e denunciados, para que jamais se repitam.


Diretoria Colegiada do Sindsprev/RJ






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