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Geral  

Assembleia aprova participação nas mobilizações de 30/5 e 14/6 contra a reforma da previdência

22/05/2019


Assembleia aprovou participação da seguridade e do seguro social nas mobilizações contra a reforma da previdência e em defesa da educação

Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Como indicativo aprovado na assembleia geral extraordinária estatutária realizada na noite desta quarta-feira 22, no auditório do Sindsprev/RJ, os servidores da seguridade e do seguro social vão participar das mobilizações em defesa da educação e contra a reforma da previdência marcadas para os dias 30/5 e 14/6. A mobilização de 30/5 será a segunda marcha em defesa da educação. A do dia 14/6 será a greve nacional contra a reforma da previdência, convocada pelas centrais sindicais.

Também como deliberação da assembleia, foi aprovada a realização, dia 14/6, de atos no INTO e no Hospital Federal de Bonsucesso (HFB).

A assembleia aprovou ainda a realização de reuniões dos Grupos de Trabalho (GTs) dos servidores da saúde federal, do INSS e da Vigilância em Saúde (ex-Funasa) e uma moção de repúdio ao governador Wilson Witzel, que tentou cassar o mandato da  deputada estadual Renata Souza (PSOL), perseguida por ter denunciado a política de segurança do governo à Organização das Nações Unidas (ONU).

Uma última deliberação da assembleia foi a autorização para que a diretoria do Sindsprev/RJ coloque à venda a sede da Regional Baixada, fechada desde o início do ano por razões de segurança.

‘Governo quer substituir SUS por planos de saúde’, diz servidora

A assembleia foi aberta com informes sobre a plenária da Fenasps realizada dias 15 e 16/5, em Brasília, e que indicou a luta contra a reforma da Previdência como prioritária. Informes sobre outros setores da seguridade (Saúde, INSS, Funasa) também foram apresentados. Em seguida procedeu-se ao debate sobre conjuntura e os desafios para os trabalhadores.

“O atual governo quer substituir o SUS por planos de saúde privados, o que será o fim da saúde pública. Temos que nos mobilizar contra isto, temos que reagir, organizando nossa participação nas manifestações contra a reforma da previdência convocadas para o próximo dia 16 de junho”, afirmou a servidora Maria Celina de Oliveira, dirigente da Regional Norte do Sindsprev/RJ.

Servidor do INSS Irajá, Felipe Augusto Gois Alves também criticou a política do governo Bolsonaro para o serviço público. “Se a reforma da previdência for aprovada no Congresso Nacional e o governo implementar a proposta de capitalização, será o fim do INSS e da previdência pública. Nossa reação contra isto tem que se dar a partir de uma grande unidade de todos os setores, que deve se organizar já a partir dos locais de trabalho”, completou.

Chamado à unidade dos servidores

 “Vivemos uma realidade muito complexa. Sabemos que parte da nossa categoria votou em Bolsonaro, mas temos que reconstruir as mobilizações. Temos muitos desafios pela frente, como o de derrotar a Medida Provisória 873, que corta os repasses aos sindicatos. Temos que aumentar a resistência a esse governo. Daí a importância e o caráter decisivo de uma boa participação nas mobilizações dos dias 30 de maio e 14 de junho, com atos massivos no INTO e no Hospital de Bonsucesso”, explicou Sebastião José de Souza (Tão), dirigente do Sindsprev/RJ.

Servidora do HFB, Tatiana Martins Alves também reforçou o chamado à mobilização. “Estamos no desgoverno Bolsonaro, mas temos que conscientizar as pessoas sobre a necessidade vital de lutar contra a reforma da previdência e em defesa do serviço público”, afirmou.

“A reforma da previdência, se for aprovada, vai destruir os trabalhadores do serviço público. Vai destruir o próprio serviço público como o conhecemos hoje. Precisamos lutar por concurso, que o governo Bolsonaro já disse que não quer fazer. Precisamos derrotar a reforma da previdência. Dia 14 de junho a greve será nossa. Vamos à luta”, frisou Sidney Castro, da direção do Sindsprev/RJ.

Reforma da previdência ameaça direitos

Também dirigente do Sindsprev/RJ, o servidor Paulo Américo Machado reafirmou o apelo à unidade dos trabalhadores. “Estado mínimo é o que vivemos na saúde e na previdência. Mesmo com todas as diferenças de concepção política, temos que ter muita unidade neste momento. Se a reforma da previdência for aprovada, não terá mais sentido falarmos em paridade ou mesmo em carreira. Podemos perder todas as conquistas dos últimos anos”, destacou.

“A nossa categoria quer saber que encaminhamentos e indicativos serão apresentados pelo Sindsprev/RJ para as lutas contra a reforma da previdência e em defesa da saúde. Acredito que vai ter muita luta e mobilização, mas para isto o nosso sindicato tem que assumir a posição de vanguarda que sempre teve”, defendeu Octaciano Ramos (Piano), da direção do Sindsprev/RJ.

A assembleia desta quarta-feira 22 foi convocada e realizada com com base no artigo 21 do estatuto do Sindsprev/RJ.

Assista ao vídeo com a reportagem sobre a assembleia, com imagens e edição do cinegrafista Adelino Matias, clicando aqui.






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