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Geral  

‘Ou lutamos agora ou vamos trabalhar até morrer’, diz servidora no ato contra a reforma da Previdência

15/06/2019


Da Redação do Sindsprev-RJ

Por Hélcio Duarte Filho


“Não vai ter reforma, vai ter luta”. ‘Parodiando’ a palavra de ordem que simboliza os atos em defesa da Educação, o grito entoado pela multidão que percorreu a avenida Presidente Vargas de certa forma resumia o sentimento dos manifestantes ao final daquela jornada de mobilizações contra o que classificam com uma proposta de destruição da Previdência Social pública no Brasil, que está em tramitação na Câmara dos Deputados.


O ato que encerrou a jornada de protestos da greve geral no Rio, na sexta-feira (14), reuniu muita gente no centro da cidade, entre eles servidoras e servidores do Seguro Social e da Seguridade. “As pessoas que querem se aposentar vão ter que colocar o bloco na rua ou vão morrer antes da aposentadoria”, disse, à reportagem, a servidora Claudia Barcelos, do Instituto Federal de Cardiologia, quando a manifestação ainda se encontrava na Candelária, de onde a passeata saiu no sentido da Central do Brasil. A servidora ressaltou ainda a importância de participação do funcionalismo e dos trabalhadores da saúde. “O servidor público, se não correr atrás, vai perder todos os direitos que ele conseguiu a duras penas, através de muita mobilização, vai perder tudo", alertou.


A técnica de enfermagem Verônica Fragoso, do Hospital Federal da Lagoa, também ressaltou a urgência de a categoria se mobilizar. "É uma pauta que vai atingir a todos. O problema é que as pessoas ainda não estão compreendendo a gravidade da situação, acham que a reforma vai atingir só os jovens lá na frente. Não. Ela é para agora. Precisamos de mais gente urgente da Saúde federal [nas mobilizações], nós que sempre estivemos nas lutas”, disse. “É um momento decisivo e os servidores federais vão ser muito prejudicados. Espero que a ficha vá caindo e as venham participar”, disse


Para a servidora Fernanda Araújo, do Colégio Pedro II, o governo se enganou se achava que não haveria luta. "É importante mostrar que a gente não está parado, que não vamos aceitar tudo de forma passiva, vamos lutar", disse. A educadora destaca a dimensão dos últimos atos - “o de 15 [de maio] foi o maior de todos - e acredita que o movimento pode crescer muito mais. Assim, nas ruas, avalia, é possível deter o retrocesso. “Com a população vendo todo mundo vindo e lutando, acho que vai crescer. Acho que é possível [impedir a reforma] sim. E se não for, mesmo assim a gente vai lutar", disse.


Pelo país


A greve geral foi marcada por paralisações e atos em centenas de cidades do país. Começou nas primeiras horas da manhã com bloqueios de rodovias e atos em algumas das principais vias das cidades. Houve manifestações ao longo de todo o dia. Em algumas capitais, como Rio, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Recife, aconteceram grandes manifestações, que levaram multidões às ruas contra o governo.






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