Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 30/05/2019 15/05/2019 14/05/2019 03/05/2019 10/04/2019
Geral  

Centrais sindicais entregarão abaixo-assinado ao Congresso contra a reforma da Previdência

24/06/2019


Passeata na Avenida Presidente Vargas fecha com chave de ouro a Greve Geral de 14 de junho
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Nesta quarta-feira (26/6), as centrais sindicais entregarão aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, abaixo-assinado, com milhares de subscrições coletadas em todo o país, pelos sindicatos, pela rejeição da reforma da Previdência Social. O projeto tramita sob a forma de Proposta de Emenda Constitucional, de número 6 (PEC 6/2019) e prevê alterações extremamente prejudiciais aos trabalhadores, impedindo, na prática, receber a aposentadoria, além de privatizar a previdência pública e quebrar a Seguridade Social ao instituir o sistema de capitalização, administrado pelos bancos, e, para o qual só contribuirão os assalariados.

Próximos passos contra a reforma

As centrais sindicais voltam a se reunir em São Paulo. Será nesta segunda-feira. O objetivo do encontro é definir os próximos passos da mobilização nacional contra a PEC 6. Na avaliação da CSP-Conlutas, a Greve Geral de 14 de junho demonstra que a continuidade e ampliação da mobilização dos trabalhadores pode derrotar a reforma de Bolsonaro. “É hora de seguir lutando. E uma das formas de fazermos isso é incorporando o 12 de julho como Dia Nacional de Mobilização nos estados, fortalecendo, assim, a data marcada pela juventude para manifestação em Brasília”, diz a Conlutas em nota da sua Secretaria Executiva Nacional.

Para o dia 12 de julho, a central defende a realização de mobilizações nos estados, fortalecendo, assim, a data marcada pela juventude para manifestação em Brasília. “Contra a reforma da Previdência, os cortes na Educação e as privatizações e em defesa do Emprego. É por essa pauta, referendada pela força e vitória da Greve Geral do último dia 14 de junho, que a CSP-Conlutas seguirá em luta e, nesse sentido, entendemos que a tarefa das direções do movimento é apontar o caminho de novas ações”, afirma a central em documento.

Enfatiza que não há o que negociar na proposta que integralmente segue sendo de ataques às aposentadorias e direitos previdenciários. Classificou como vergonhosa a postura dos governadores e prefeitos, inclusive ditos de esquerda, de se manifestarem em apoio ao relatório da reforma da Previdência e ainda insistirem para que os trabalhadores das esferas estaduais e municipais sejam todos incluídos na perda de direitos previdenciários.

“Devemos denunciar todos eles, bem como escrachar os deputados e deputadas, senadores e senadoras, que se declaram a favor da Reforma de Bolsonaro. Principalmente o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM) e o secretário especial de Previdência e Trabalho Rogério Marinho, que estão na linha de frente da tropa governista para aprovar a qualquer custo este brutal ataque às aposentadorias dos trabalhadores”.






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec