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Geral  

Sindsprev/RJ pressiona deputados a rejeitar reforma, com ato no Santos Dumont

16/07/2019

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Diretores do Sindsprev/RJ fizeram na manhã desta terça-feira (16/7), no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, uma panfletagem para pressionar deputados e senadores a rejeitar a Proposta de Emenda Constitucional número 6 (PEC-6/2019). O projeto, de autoria do governo Jair Bolsonaro (PSL-RJ), altera profundamente as regras da Previdência Social para a concessão de diretos como aposentadorias, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC), aposentadoria rural e pagamento do PIS e Pasep.

Com faixas e cartazes denunciaram a reforma como o maior ataque aos direitos previdenciários da história. Distribuíram panfletos exigindo dos parlamentares a rejeição da PEC. “As atividades nos estados e em Brasília têm que ser intensificadas. É possível rejeitar o projeto, desde que a sociedade entenda a crueldade que ele impõe à população e o enorme prejuízo que os trabalhadores vão sofrer caso seja aprovado”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ, Pedro Lima, durante o ato. Outros diretores do Sindicato participaram da mobilização: Isaac Loureiro, Enilton Felipe, Carlos Alberto Santos e o servidor da Vigilância em Saúde, Marcelo Agenor.

Quem votar, não volta

Na conversa com os parlamentares que passaram no aeroporto os dirigentes deixaram claro que se o projeto for aprovado, os parlamentares que votarem na PEC, não voltarão ao parlamento. “Deixamos claro que vamos denunciar todos os que apoiarem a proposta, colocando fotos e nomes deles em cartazes nas ruas, em nossos jornais, sites e redes sociais, denunciando, inclusive, que eles se venderam, porque o governo comprou os votos, através da liberação de emendas num valor em torno de R$ 3,6 bilhões”, lembrou Pedrinho.

Antes do segundo turno vamos intensificar esta pressão e ampliar a explicação dos prejuízos que serão causados aos servidores públicos e trabalhadores celetistas pelas mudanças. A PEC 6 praticamente acaba com a possibilidade do trabalhador se aposentar, já que terá que ter 65 anos de idade, homem, e 62, mulher, e ter contribuído por no mínimo 40 anos.

A PEC ainda corta pela metade o valor das pensões por morte e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) paga a idosos em condição de miséria, além de reduzir o valor do PIS-Pasep a ser sacado. Para os servidores públicos, além de aumentar o tempo exigido para a aposentadoria, acaba com a paridade e reduz a aposentadoria.






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