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Geral  

V Marcha das Mulheres Negras protesta contra racismo, violência policial e feminicídios no Estado

08/08/2019


Marcha das Mulheres Negras na praia de Copacabana
Foto: colaboração

Da Redação do Sindsprev/RJ

Foi realizada dia 28/7, em Copacabana, a V Marcha das Mulheres Negras. Organizada pelo Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, a Marcha teve como mote ‘Mulheres Negras resistem: em movimento por direitos, contra o racismo, sexismo e todas as formas de violência’. Participaram militantes dos movimentos social e sindical do Rio, oriundas de cidades como Campos, Rio Bonito, Quati, Rio Claro, além de todos os municípios da Baixada Fluminense e Região dos Lagos.

Durante a Marcha, as manifestantes expressaram indignação com a política de segurança do governo Wilson Witzel, por meio de palavras de ordem como ‘Governador é para governar. Para de atirar. Xô, Xô racismo. Parem de nos Matar’.

Outras críticas foram aos casos de feminicídio, à falta de emprego e ao sucateamento dos serviços de saúde e educação. As mulheres da Baixada Fluminense foram representadas pelos coletivos Articulação de Mulheres Brasileiras; Gestar; Minas da Baixada; Grupo Ieopondá; Movimento de Mulheres de São João de Meriti; APN; Mulheres de Axé do Comitê-Inter-religioso da Baixada Fluminense; Sepe; e Mães de Vítimas do Estado, entre outras.

As principais bandeiras da Marcha foram: pela descoberta e punição dos assassinos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), pelo fim da violência de Estado; fim da violência contra as mulheres; fim das intervenções militares/milicianas nas comunidades e favelas; fim das estruturas racistas, lesbo/homofóbicas/; fim das violações dos direitos das mulheres indígenas; fim do fascismo e fundamentalismo instalado em vários setores do governo nas três esferas do poder; por um Estado com gerência democrática e laica; direito à justiça reprodutiva para as mulheres negras, não negras e indígenas; fim do hiperencarceramento das mulheres negras e povo negro; pela manutenção das cotas raciais nas universidades públicas; e pelo fim da violação e ataques  aos  templos dos povos de Matriz africana, entre outras.






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