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Geral  

Atos públicos repudiam bloqueio econômico dos EUA contra a Venezuela

13/08/2019


Ato repudiou agressões imperialistas dos EUA contra a revolução bolivariana da Venezuela

Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Com atos no Rio, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, foram realizadas, na última sexta-feira (9/8), manifestações de solidariedade à revolução bolivariana e em repúdio às agressões e ao bloqueio econômico promovidos pelo imperialismo norte-americano contra a Venezuela. No Rio de Janeiro, o ato foi em frente ao Palácio Itamaraty, Centro, onde fica a sede do Ministério das Relações Exteriores. As manifestações foram convocadas em nível internacional pelo governo do presidente Nicolás Maduro.

Além de congelar fundos financeiros de propriedade da Venezuela, o governo de Donald Trump vem tentando estrangular o comércio exterior venezuelano, por meio da proibição de que suas empresas comercializem com aquele país. Para impor esse bloqueio imperialista, os EUA contam com o apoio de governos de direita da Europa e do governo de extrema-direita do Brasil, país transformado em lacaio absoluto no cone sul. Em sua mais recente medida de total subserviência ao imperialismo, o governo Bolsonaro proibiu a entrada de altos funcionários do governo Maduro no Brasil.

“O objetivo principal dos atos é fazer com que chegue aos ouvidos dos imperialistas assassinos o fato de que eles têm inimigos por todo lado, que o proletariado não está surdo nem cego às agressões e sabotagens promovidas contra a revolução bolivariana. Defender o proletariado da Venezuela é fundamental porque é na Venezuela onde a luta de classes está mais radicalizada em nível mundial. Para nós, do MM5, a revolução bolivariana está como uma bicicleta. Ou avança ou cai. Parada é que não pode ficar”, afirmou Leo Leal, do Movimento Marxista 5 de Maio (MM5).

Para Aurélio Fernandes, do Comitê de Solidariedade à Revolução Bolivariana no Rio, é fundamental ‘defender a Venezuela neste momento’. “Os atos realizados no país foram a primeira resposta conjunta de solidariedade. O povo da Venezuela vem passando por um momento difícil, provocado pelo imperialismo, que impede a chegada de alimentos e remédios a milhões de pessoas. Não aceitamos esse bloqueio. Vamos derrotar o imperialismo. Viva a revolução bolivariana”, disse.

Durante a manifestação, o Comitê protocolou, no Palácio Itamaraty, uma nota conjunta de repúdio ao bloqueio promovido pelos EUA contra a Venezuela.

“Estamos vendo um ataque do imperialismo à soberania do povo Venezuelano. Por isso é de fundamental importância que a esquerda se organize a participe de atos como este para dizer não aos EUA e à política brasileira que dá as mãos ao imperialismo norte-americano”, frisou Adriana Penna, professora da UFF e dirigente da Aduff.

Também docente da Universidade Federal Fluminense, Claudio Gurgel reforçou as críticas à intromissão imperialista na soberania venezuelana. “Sinalizamos nossa insatisfação com relação às políticas externas que o Brasil tem levado a efeito. A Venezuela está sendo apresentada pelos EUA e pelo governo brasileiro como algo diferente do que ela realmente é. O que a Venezuela quer é preservar suas riquezas e determinar sua própria vida. Grande parte do sofrimento do povo venezuelano se deve ao bloqueio norte-americano”, concluiu.

Com o mote ‘O Rio contra o Imperialismo’, o ato no Itamaraty foi organizado pelo Comitê de solidariedade local, com participação de dirigentes de UJC, Brigadas Populares, FIST, PCO e PCB.






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