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Geral  

Banqueiros estão felizes com Bolsonaro

30/08/2019


Lucro dos três maiores - Itaú, Bradesco e Santander cresceram 13% no trimestre -
Foto: Mayara Alves

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

A política econômica focada na redução de direitos trabalhistas e previdenciários, no corte de investimentos públicos e nas verbas para setores como educação, saúde, previdência e ciência e tecnologia, tem mantido estagnada a economia brasileira.  Mas os donos dos três maiores bancos privados do país – Itaú, Bradesco e o espanhol Santander, estão felizes da vida. Afinal, o projeto do governo Bolsonaro e do banqueiro e ministro da Economia Paulo Guedes, é voltado para enriquecer ainda mais os grandes grupos empresariais, sobretudo os bancos.

Enquanto o desemprego subia e a economia e os salários rastejavam, Bradesco, Itaú e Santander lucraram juntos R$ 32,7 bilhões no primeiro semestre, um aumento de 13%. É prenúncio de novo recorde anual. Em 2018, o trio teve ganhos inéditos, 56,7 bilhões. Apenas no primeiro semestre de 2018, foram R$ 28,9 bilhões.

Com Bolsonaro, trabalhadores só perderam

Já os trabalhadores não tiveram o que comemorar, até porque foram os únicos prejudicados pelas medidas do governo.  De janeiro a junho, o número de desempregados subiu. Era de 12,2 milhões de pessoas em dezembro de 2018 e chegou a 12,8 milhões, conforme o IBGE. A taxa de desemprego foi de 11,6% a 12%. Talvez isto ajude a explicar a queda vertiginosa da popularidade de Bolsonaro.

Aumentou também a quantidade de brasileiros que desistiram de procurar vaga por achar inútil, o chamado desalento. Eram 4,7 milhões no fim de 2018 e 4,9 milhões em junho, um recorde. Nesse período, o salário quase não se mexeu. A média era de 2.254 reais em dezembro e foi a 2.290 reais em junho, segundo o IBGE. Desde 2012 o salário oscila entre 2,2 mil e 2,3 mil.

Governo impopular

Em agosto, 39% dos brasileiros achavam o governo ruim ou péssimo e 29%, bom ou ótimo, conforme nova pesquisa CNT/MDA. As duas posições empatavam ali pelos 30% desde abril, de acordo com levantamentos de outros institutos.

Na baixa renda, pessoas que ganham até dois salários mínimos, é pior para o governo: 48% de ruim ou péssimo. Já entre os que ganham um pouco mais e parecem não estar no aperto, muda. De 2 a 5 salários mínimos, há empate em 33% de aprovação e desaprovação do governo. E acima de 5 mínimos, 44% de aprovação e 32% de desaprovação.






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