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Atos em 40 cidades, nesta terça (5/11), dirão não a Bolsonaro e cobrarão justiça por Marielle e democracia

05/11/2019

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em pelo menos 40 cidades, entre elas o Rio de Janeiro, estarão acontecendo, nesta terça-feira (5/11), manifestações “Basta de Bolsonaro – justiça por Marielle, direitos e democracia”. O do Rio será uma passeata, com concentração nos fundos da Igreja da Candelária, a partir das 17 horas.

Em sua convocação as entidades organizadoras dos protestos frisam que nos últimos dias, o governo de Jair Bolsonaro (PSL-RJ) se viu cercado por uma série de polêmicas que colocam a credibilidade do seu governo em xeque. Entre todas elas, a maior foi ao ar no Jornal Nacional. Um dos acusados dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, se reuniu no Condomínio Vivendas da Barra, onde mora Bolsonaro, com o ex-PM Ronie Lessa horas antes do crime.

Élcio Queiroz alegou que iria para a residência do então deputado Jair Bolsonaro, ao porteiro, que a partir de depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que ao interfonar para casa 58, a voz de uma pessoa identificada como "seu Jair" autorizou a entrada de Elcio. Nas anotações do caderno de registro da portaria do condomínio é explicito para onde um dos assassinos foi: para a casa 58. Mas em vez disso, se dirigiu para a casa 66, onde mora Ronie Lessa.

Como houve citação ao nome do presidente da República, a lei torna obrigatória a ida da investigação ao Supremo Tribunal Federal. “É por isso que neste dia 5, às 18h haverá manifestações em várias cidades do país para exigir uma profunda investigação do caso, pois o presidente deve explicar ao Brasil todo este episódio, e se tem uma relação estreita com notórios milicianos assassinos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes”, explicam as entidades..

Em nota, explicam o segundo motivo dos protestos: a condenação à declaração feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente, defendendo a volta da ditadura militar e de um novo ato institucional número 5 (AI-5) e outras decisões do governo e seus aliados. “Não podemos aceitar um governo que ameace a volta da ditadura em caso de protestos nas ruas e que devaste as nossas florestas com o "Dia do Fogo" ou retalie o povo nordestino, demorando a colocar em prática o plano contra manchas de óleo nas praias do Nordeste, por ter perdido as eleições na região.






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