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Geral  

Dia de Combate à Violência Contra a Mulher

26/11/2019

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

No Brasil, a cada quatro minutos uma mulher é agredida por ao menos um homem. Ano passado foram registrados mais 145 mil casos de violência física e psicológica, entre outros. Cada registro pode incluir mais de um tipo de violência. Os dados são do Sistema de Informações de Agravos de Notificação. O número não inclui as mulheres assassinadas, já que elas não são objeto do mesmo tipo de notificação. Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em 2017 houve 4.396 assassinatos de mulheres no país.

Para combater esta dura realidade, entre outros motivos, foi criado o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, marcado por atividades nesta segunda-feira (25/11). A data também chama a atenção para necessidade de reforçar a luta pelo fim da impunidade, bem como fortalecer políticas públicas ligadas ao tema. Em memória às vítimas de feminicidio no Brasil, 1.140 cruzes foram espalhadas no gramado do Congresso Nacional, na manhã desta segunda-feira (25).

Violência

Mesmo com a aprovação, em meados de 2006, da Lei Maria da Penha, continuaram os ataques violentos contra as mulheres. Em pleno século XXI ainda são vítimas de estupro, assédio sexual, além de atitudes homofóbicas, racistas e machistas, seja no lar, no trabalho ou em escolas e universidades.

Os números da violência são cada vez maiores. De acordo com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, também conhecida como Disque 180, registrou, em 2016, 71.586 denúncias de crimes contra a mulher. Em 2017, 73.668 denúncias foram registradas. Já em 2018, o número subiu para 92.663.

História

No dia 25 de novembro de 1960 na República Dominicana foram assassinadas as três irmãs Mirabal, ativistas políticas, por ordem do ditador dominicano Rafael Leônidas Trujillo. Em 1981 durante o Primeiro Encontro Feminista Latinoamericano e do Caribe, em Bogotá, na Colômbia, foi aprovada a data de 25 de novembro como Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres, em memória das irmãs. A data foi finalmente oficializada mundialmente em 1993, com a aprovação pela Assembleia Geral das Nações Unidas da Declaração sobre a Eliminação da Violência contra a Mulher.

Mesmo com diversos avanços conquistados através da pressão ao longo da história, vários tipos de violência contra a mulher se mantêm, muito em função da impunidade. Levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostra que 472 mulheres são assinadas a cada mês, sendo aproximadamente 15 por dia, sobretudo nas regiões Centro-Oeste e Nordeste.






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