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INSS  

Servidores do INSS vão participar da paralisação nacional do funcionalismo em 9/11

08/10/2016


Servidores do INSS aprovam participação nas mobilizações do calendário nacional de lutas do funcionalismo

Foto: Fernando França

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Os servidores do INSS no Estado do Rio vão participar das atividades do Dia Nacional de Luta (25 de outubro) e da paralisação nacional do funcionalismo público federal contra as reformas previdenciária e trabalhista e pela retirada dos projetos que ameaçam direitos dos trabalhadores, como PEC 241 e PL 257.

O indicativo foi aprovado em assembleia dos servidores do INSS realizada nesse sábado(8/10), no auditório do Sindsprev/RJ.

Outra importante deliberação foi a solidariedade aos servidores Iracemo da Costa Coelho e Fernanda Cristina dos Santos, do INSS de Brasília, que injustamente estão respondendo a um Processo Administrativo Disciplinar(PAD) do Instituto, sob acusação de favorecimento na concessão da aposentadoria da ex-presidente Dilma Rousseff(PT). Entidades de servidores de todo o país, por meio da campanha 'Exigimos respeito aos servidores do INSS', vêm questionando o PAD aberto contra Iracemo e Fernanda, que apenas proporcionaram um atendimento diferenciado (e não privilegiado) à ex-presidente. Nesse sentido, os servidores aprovaram que, na próxima quinta-feira(6/10), todos trabalhem de preto nas APS, em repúdio ao PAD movido contra Iracemo e Fernanda. A data da próxima assembleia dos servidores do INSS ainda será definida.

Memorando nº 34 e audiência com o INSS

O Sindsprev/RJ vai buscar agendar audiências com a Superintendência Regional Sudeste II e com a presidência do INSS, de forma a levar os questionamentos dos servidores do Instituto sobre o Memorando nº 34 e o descumprimento do acordo de greve do ano passado. Editado em 26 de setembro pela Dirat(Diretoria de Atendimento) do INSS, o Memorando 34 modificou a sistemática de trabalho nas 1500 APS, impondo uma nova carga de trabalho aos servidores do Instituto, sem levar em conta as especificidades de cada agência, com a ‘justificativa’ de que isto seria necessário para reduzir os quase 700 mil benefícios represados, dos quais 276 mil são da região Sudeste.

“O Memorando 34 veio como uma tentativa de resolver os problemas de agendamento de benefícios, mas não levou em conta o déficit de servidores do INSS, bem como a necessária qualificação dos 40% de servidores de cada APS que serão deslocados para a concessão de benefícios”, explicou a servidora Maysa Campos de Souza. Para a servidora Janira Rocha, ex-dirigente do Sindsprev/RJ, o Memorando 34 é parte de uma projeto de reestruturação do INSS implementado pelo governo Temer(PMDB). “É uma lógica, a deste Memorando, fundada no sucateamento, na privatização e na substituição da previdência pública pela previdência privada. Temos que reagir, tendo a capacidade de construir uma unidade dos servidores do INSS com outras categorias, dentro do calendário nacional de lutas, pois não vamos superar esse problema sozinhos. Nossa participação, no entanto, deve se dar com a preservação de nossas estratégias e objetivos de luta”, completou.

Tentativa de mordaça sobre servidores

O também diretor do sindicato Rolando Medeiros alertou para o que classifica de ‘risco institucional’ para os servidores do INSS na atual conjuntura. “O governo Temer está militarizando o INSS, como mostra a atuação de algumas comissões processantes contra servidores. Tudo isso vem sendo feito com o objetivo de nos amordaçar e evitar a nossa reação contra o projeto do governo para a previdência social. Temos que considerar isso na hora de lutarmos contra os desajustes do Memorando 34 e do atual modelo de gestão”, disse.

“Todo mundo sabe que as atuais metas do INSS são incompatíveis com o aumento da demanda sobre o Instituto, o que na prática pode abrir caminho à terceirização. Não podemos permitir que nossa atuação seja utilizada para justificar a terceirização no INSS, mas para enfrentarmos isso temos que construir uma verdadeira unidade no interior da nossa categoria e junto a outros setores do funcionalismo. Unidade difícil devido às diferenças políticas atualmente existentes entre as centrais sindicais, como Conlutas, CUT e CTB”, concluiu Paulo Américo Turl Machado, da direção do Sindsprev/RJ.


Acima, adesivo da campanha em defesa dos servidores do INSS






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