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INSS  

GT propõe mobilização do INSS por reajuste, concurso, condições de trabalho e 30h

28/07/2017

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Com vencimentos congelados e uma sucessão de perdas acumuladas, os servidores do INSS consideram a luta por reajuste salarial como uma de suas prioridades, ao lado de reivindicações como rediscussão do atual modelo de gestão em vigor no Instituto; melhoria das condições de trabalho e atendimento nas APS; concurso público; extensão das 30h para todos e cumprimento do acordo de greve (incorporação da GDASS). 

Esses temas foram amplamente debatidos na reunião do Grupo de Trabalho (GT) dos servidores do INSS realizada dia 27/7, no Sindsprev/RJ. Na reunião também foi discutida a participação dos servidores do INSS na greve geral por tempo indeterminado, na seguridade e no seguro social, indicada pela Fenasps (Federação Nacional) para agosto.

“A intenção do governo Temer é não mais realizar concursos, fechar e esvaziar APS e promover a terceirização no INSS para contratação de mão de obra. É um desmonte sem precedentes da autarquia, o que pode levar à fragmentação da carreira do seguro social”, afirmou Paulo Américo Turl Machado, da direção do Sindsprev/RJ.
 
“Acabaram com o Ministério da Previdência Social e vincularam o INSS ao um outro ministério que nada tem a ver com previdência. Mesmo com esse desmonte, seguimos resistindo e lutando pelos nossos direitos e os dos segurados do Instituto. Por isso é tão importante participarmos das mobilizações indicadas pela Fenasps. Nosso salário está congelado e nossas perdas aumentam. Precisamos construir a greve”, completou Rolando Medeiros, também da direção do Sindsprev/RJ.

“Precisamos resgatar a luta em defesa dos nossos direitos, que nunca estiveram tão ameaçados como agora. Precisamos reagir”, concluiu a servidora Malu Titonelli.

Outro ponto abordado no GT foram as incertezas e impactos da implementação do INSS Digital, que, na opinião de dirigentes da Fenasps e sindicatos, pode levar a um completo esvaziamento das funções das APS e de seus servidores.

Planejamento considera possível iniciar  incorporação da GDASS, mas diz que PEC 55 limita gastos com salários

Em reunião com a Fenasps realizada dia 19/7, em Brasília, a Secretária de Gestão de Pessoas (SGP) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) afirmou que ‘os ajustes dos sistemas para pagamento da incorporação da GDASS (acordo de greve) estão sendo homologados, devendo o referido pagamento ser incluído na folha de agosto para pagamento no início de setembro. Segundo a SGP, o atraso nos ajustes do sistema de pagamento ocorreu devido ao fato de também contemplar servidores de outros ministérios.

Ao mesmo tempo em que a Secretaria de Gestão de Pessoas indicou a possibilidade de pagamento da GDASS em setembro, o titular da SGP, Augusto Akira Chiba, na mesma reunião com a Fenasps, disse que ‘todo e qualquer reajuste (incluindo a incorporação da GDASS) esbarra nas questões orçamentárias e na PEC 55” (atual Emenda 95), que estabeleceu um teto de gastos para o serviço público. Ou seja: nem o MPOG assegura que o acordo de greve, sobretudo na parte da GDASS, será efetivamente cumprido, o que mostra a necessidade ainda maior de a categoria se mobilizar para exigir do governo a imediata incorporação.

 






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