Home
|
|
|
|
|

| Saúde Federal | Saúde Estadual | Saúde Municipal | INSS | MPS | Funasa | DRT | PSF ACS ACE | Ações Judiciais | Comunitário | Política | Economia | Cultura | Geral | Galeria de Fotos | Links | Erramos 12/09/2017 06/09/2017 01/09/2017 30/08/2017 30/08/2017
INSS  

INSS: Fenasps cobra pendências do acordo de greve

05/10/2017

 

 

 

 

 

Agência do INSS no Rio: pendências do acordo de greve de 2015 até hoje não foram resolvidas. Relatório da CGU também aponta falhas na gestão do Instituto
Foto: Niko

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Em reunião com o presidente do INSS, Leonardo Gadelha, realizada no último dia 3/10, em Brasília, representantes da Fenasps (Federação Nacional) cobraram solução urgente para as pendências do acordo de greve de 2015 e para o desconto dos dias da paralisação realizada este ano. Outro ponto abordado na reunião foram os questionamentos de servidores ao cálculo da média da GDASS para fins de incorporação.

Sobre o acordo de greve de 2015, uma representante da Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP) do INSS, presente à reunião, informou que a Nota Técnica sobre a reposição dos dias da greve está em fase de conclusão e que em breve será apresentada ao Ministério do Planejamento.

Comitê Gestor de Carreira

Outro item não implementado do acordo de 2015 é o que prevê a instalação do Comitê Gestor de Carreira. Em resposta aos questionamentos da Fenasps, Leonardo Gadelha alegou, como ‘razões’ para o não implementação do Comitê, as limitações financeiras e orçamentárias previstas na Emenda 95, que congela gastos públicos por 20 anos. A Federação destacou a urgência de se retomar as discussões sobre a carreira dos servidores, tendo em vista as mudanças cada vez mais aceleradas nos processos de trabalho, como INSS Digital e Teletrabalho, que afetam diretamente a vida funcional dos servidores e o atendimento aos segurados.

Descontos das paralisações de 2017

No que se refere aos descontos dos dias de paralisação de 2017 (15 de março, 28 de abril, 8 de maio e 30 de junho), a Fenasps lembrou que essas paralisações ocorreram pelo não cumprimento do acordo de greve e que os serviços já foram repostos. Gadelha e a DGP do INSS comprometeram-se a abrir um diálogo com o Planejamento, para solucionar a questão.

Quanto à incorporação da GDASS, iniciada com atraso de 6 meses, a Fenasps entregou a uma das representantes da DGP, Mônica Arcoverde, documentação que relata problemas no cálculo da média da gratificação. Segundo a Federação, o programa desenvolvido pelo Planejamento gerou inconsistências no cálculo dos valores a serem incorporados.

Serviço Social continua na estrutura do INSS

Por meio da Portaria n° 414, de 28 de setembro de 2017, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) manteve o Serviço Social na nova estrutura do INSS.

A exclusão havia revoltado os trabalhadores do INSS, principalmente assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, cujas atividades, fundamentais na concessão de benefícios previdenciários, poderiam ser terceirizadas, segundo a proposta anterior. A pressão dos trabalhadores, por meio de atos, manifestações, abaixo-assinados, reuniões e pela realização de audiência pública na Câmara dos Deputados, por iniciativa da Fenasps, foi determinante para que o Serviço Social se mantivesse no novo Regimento Interno.

O novo Regimento, contudo, está sendo objeto de outros questionamentos por parte de servidores, da Fenasps e dos sindicatos.

CGU aponta falhas na gestão do INSS

Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) realizada de dezembro de 2016 a março deste ano 2017 concluiu que a gestão do INSS cometeu graves falhas no planejamento e na implementação nos projetos ‘INSS Digital’ e ‘Governança das Filas de Atendimento dos Benefícios por Incapacidade’.

Não foi a primeira vez que a gestão do INSS sofreu questionamentos. Em julho de 2014 e outubro de 2015, dois relatórios de auditorias realizadas no instituto, respectivamente, pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), também apontaram falhas na gestão da autarquia, principamente em relação ao cumprimento de metas estabelecidas pelo próprio instituto, demonstrando ser necessário o aumento da força de trabalho, via concurso público, para atender às crescentes demandas nas agências da Previdência Social.

 

 


 






     Voltar

Ir para o topo | Envie esta página para um amigo | © SINDSPREV 2007  |  Desenvolvido por Spacetec