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INSS  

Superintendente do INSS nega fechamento de agências

21/02/2018


Servidores e dirigentes do Sindsprev/RJ após a ocupação da Superintendência Regional Sudeste II
Foto: colaboração

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Em negociação com a Federação Nacional (Fenasps) e sindicatos filiados, entre eles o Sindsprev/RJ, no último dia 19, o superintendente regional Sudeste, Paulo Eduardo Cirino, negou a existência de um processo de fechamento de agências no estado do Rio de Janeiro. Segundo informou, o que ocorreu foi uma questão local: a transferência de servidores de determinadas APS para outras com falta de pessoal. Cirino acrescentou, ainda, não haver nenhum ‘processo formalizado’ de fechamento de agências também em Minas e no Espírito Santo.

No entanto, os diretores do Sindsprev/RJ lembraram que quatro agências tiveram suas atividades encerradas no centro do Rio, tendo acontecido fato semelhante em Minas e no Espírito Santo, em prejuízo dos segurados. Cirino disse conhecer bem os problemas estruturais do Rio de Janeiro. Informou haver no estado uma demanda represada de cerca de 23 mil processos nas agências de Caxias, Centro e Niterói e que a Superintendência está enviando 12 servidores que já atuaram no projeto 45, a partir desta semana, preparados para tratar do problema. A ideia é que a agenda entre no eletrônico a partir 1º de abril.

Os dirigentes do Sindsprev/RJ questionaram se existe verba para esse projeto, sendo respondido que o presidente do INSS se comprometeu a mobilizar os parlamentares em busca de orçamento. Cirino informou que vai abrir uma agenda exclusiva para tratar dos problemas do Rio com o Sindsprev/RJ e a Fenasps. Em relação ao turno estendido e aos problemas relacionados à demanda espontânea que aumentou muito no último período, mencionou que, em conversa com o presidente do INSS, teve a confirmação de que, na busca de soluções para o problema, bastaria que as superintendências apresentassem as demandas que serão autorizadas e que a direção central deverá publicar oficio, nos próximos dias, autorizando o trabalho por produtividade sem estar vinculado ao REAT.  

Grupo de Trabalho

Os diretores do Sintsprev/MG cobraram a formação de uma comissão com representação de todas as gerências do estado, a fim de levantar os principais problemas relacionados às condições de trabalho e assédio moral. A medida consta do acordo de greve de 2015 e é válida para todos os estados. Cobraram, juntamente com os dirigentes da Fenasps e dos demais sindicatos, a extensão das 30 horas para todos e a convocação dos excedentes do concurso de 2015, que vence em agosto próximo. Já o Sindsprev/ES entregou ofício (com fotografias) denunciando as péssimas condições de trabalho que expõem o servidor a risco no ambiente de trabalho, como incêndios por exposição de fios elétricos e choques elétricos, entre muitas outras denúncias. A Superintendência ficou de analisar e responder, bem como tomar as devidas providências.

Ocupação

Segundo um dos diretores do Sindsprev/RJ que participou da negociação, Pedro de Lima, o Pedrinho, também dirigente da Fenasps, ela só aconteceu graças à ocupação da Superintendência Sudeste, também no dia 19. A atividade fez parte do Dia Nacional de Protestos e Paralisações Contra a Reforma da Previdência, convocado pelas centrais sindicais. “Atingimos nossos objetivos, que foram o de sermos recebidos para negociar e protestar contra a reforma de Temer. E ainda tivemos o compromisso do Cirino de agendar negociações para discutir e resolver os problemas específicos dos três estados, no Rio de Janeiro, em Minas e no Espírito Santo, em março”, afirmou Pedrinho.






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