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INSS  

GT desta terça (4/6) organiza participação do INSS na luta contra a reforma da previdência

23/05/2019


Cartaz de divulgação do GT do INSS

Arte: Virginia Aor

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

O Sindsprev/RJ convida os servidores do INSS para reunião do Grupo de Trabalho (GT) da categoria, que acontece nesta terça-feira, 4 de junho, às 18h, no Sindsprev/RJ (Rua Joaquim Silva, 98 – térreo). Na pauta: a participação dos servidores da autarquia nas mobilizações para a greve nacional contra a reforma da previdência, marcada para 14 de junho. Participe, independente de quem você tenha votado na última eleição presidencial. Barrar a reforma da previdência é essencial para garantia de direitos históricos dos servidores.

A greve nacional contra a reforma da Previdência (PEC nº 06) está sendo convocada pelas principais centrais sindicais do país, com apoio dos movimentos sindical e social. O Sindsprev/RJ é uma das entidades que participam da luta nacional unificada dos trabalhadores contra a reforma da previdência.

O primeiro passo dessa grande mobilização foi dado no último dia 15 de maio, quando milhares de trabalhadores e estudantes ocuparam as ruas de 200 cidades brasileiras para dizer não ao corte de 30% dos orçamentos das universidades públicas e lutar contra a reforma da Previdência. Foi a maior mobilização unificada dos últimos anos, mostrando que é possível derrotar as propostas de Bolsonaro.

Entre outros ataques aos direitos dos trabalhadores, a PEC nº 06 reduz o valor dos benefícios previdenciários, aumenta o tempo de contribuição e a idade mínima exigidos para concessão da aposentadoria. No caso do serviço público (regimes próprios de aposentadoria), a intenção do governo é reduzir ainda mais direitos e dificultar ao máximo a concessão da aposentadoria.

Reforma também atinge INSS

Como tantos outros setores do funcionalismo, o INSS também será duramente atingido, caso a PEC seja aprovada no Congresso Nacional. O novo governo já demonstrou não ter qualquer compromisso com a recuperação da autarquia, que continua sucateada e com crescente déficit de pessoal. Políticas como ‘alta programada’, ‘bônus por revisão de benefícios’ e ‘digitalização’, além de não solucionarem os graves problemas do instituto, restringem ainda mais o acesso de milhões de segurados aos benefícios previdenciários.

Em abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo não realizará mais concursos públicos. Se isto prevalecer, será o fim do serviço público. Será o fim do INSS, da previdência pública e da nossa condição básica de servidores.

Para piorar, o governo também sinalizou a intenção de não mais pagar qualquer reajuste salarial ao funcionalismo público, deteriorando nossa situação econômica em níveis sem precedentes.

Há portanto motivos de sobra para participarmos todos das mobilizações nacionais do próximo dia 14 de junho. Dia 4/6, todos ao GT no Sindsprev/RJ.






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