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Saúde Municipal  

Servidores protestam contra sucateamento do Hospital da Piedade

30/11/2017

 

 

 

 

Servidores e pacientes do Hospital da Piedade repudiam tentativas da Prefeitura do Rio de sucatear a unidade
Foto: Fernando França

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Servidores e pacientes do Hospital da Piedade protestaram na última quarta-feira (29/11) contra a precarização da unidade, onde a Prefeitura do Rio quer fechar cerca de 40 leitos. Do ato também participaram dirigentes do Sindsprev/RJ, Sindicato dos Médicos do Rio (Sinmed) e Sindicato dos Enfermeiros.

A manifestação, que aconteceu na entrada do Hospital e teve a participação de servidores da saúde estadual e saúde federal, exigiu da Prefeitura a retomada dos investimentos públicos na unidade, onde a maioria das cirurgias está suspensa, prejudicando a população usuária.

Segundo levantamento feito pelos servidores do Hospital da Piedade, os exames regulares só estão sendo feitos para os pacientes já internados; o laboratório e o serviço de raios X estão fechados para o ambulatório; um aparelho móvel de raios X está quebrado; exames de biopsia estão suspensos e o quinto andar da unidade está fechado.

O Hospital da Piedade é uma unidade de ensino de grande importância e tem um corpo de funcionários altamente qualificado, cuja atuação se firmou como uma  referência positiva em toda a rede de saúde pública, sobretudo nas áreas de oftalmologia, pediatria, ginecologia e cirurgia geral, entre outras. É tudo isto que agora a prefeitura quer acabar.

Nas demais unidades do município, como os hospitais Ronaldo Gazola, de Acari e Pedro II, a situação também é caótica. Profissionais estão há meses sem salários porque a prefeitura não paga às ‘organizações sociais’ e ONGs que administram essas unidades.

“A política da prefeitura segue o modelo da que foi implementada na rede estadual, onde os hospitais foram sucateados e entregues à terceirização, resultando no fechamento de várias unidades. Não podemos aceitar que isto continue”, frisou Maria Celina de Oliveira, da direção do Sindsprev/RJ e da Regional Norte João Amazonas.

Ato exigiu mais investimentos públicos no Hospital da Piedade
Foto: Fernando França

 

 


 






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