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Saúde Municipal  

Quinta-feira: ato contra Crivella pelo abandono do PAM Del Castilho

18/12/2017

Por Olyntho Contente
Da Redação do Sindsprev/RJ

Servidores e usuários do PAM Rodolpho Rocco, antigo Del Castilho, farão um protesto na próxima quinta-fera (21/12), às 10 horas, em frente à unidade. Vão responsabilizar a Prefeitura do Rio pelo estado de abandono do posto de atendimento. 

“O que acontece no Rodolpho Rocco é um exemplo de como o prefeito Marcelo Crivella trata a rede municipal de saúde e a população. É verdade que o descaso vem desde a gestão Eduardo Paes, ou mesmo antes, mas nada foi feito pelo atual prefeito para melhorar as condições de trabalho e atendimento na unidade, muito pelo contrário”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ, Osvaldo Mendes.

Com menos verbas, o PAM enfrenta dificuldades cada vez maiores. O número de funcionários diminui dia a dia, já que não se faz concurso para substituir os servidores que se aposentam. Faltam médicos e profissionais de enfermagem, principalmente, na Emergência, Clínica Médica e Psiquiatria, além de medicamentos, outros insumos e equipamentos. Outro sinal do grau de abandono é o mato em volta do PAM, que serve à proliferação de vetores transmissores de doenças.

Já foram fechados os setores de vacinação e o de eletrocardiograma, e alas inteiras como as de Pediatria, Ginecologia, entre outras. A população apelidou a unidade de “PAM fantasma”. “A solução é o concurso público e o fim do corte de verbas”, argumentou Oswaldo.

Foi reduzido também o contingente de vigilantes, contratados da organização social SPDM, o que piorou a segurança no local. A mesma OS administra a Psiquiatria e também a Clínica da Família, que funciona dentro do PAM, e cujos funcionários estão sem receber salários e, por isto, encontram-se em greve.

Abandono é geral

O prefeito eleito prometendo “cuidar das pessoas”, vem fazendo o contrário. O PAM Del Castilho não é o único caso de abandono. No último dia 29, servidores e pacientes do Hospital da Piedade protestaram contra a precarização da unidade, onde a Prefeitura do Rio quer fechar cerca de 40 leitos. Do ato também participaram dirigentes do Sindsprev/RJ, Sindicato dos Médicos do Rio (Sinmed) e Sindicato dos Enfermeiros.

Segundo levantamento feito pelos servidores do Hospital da Piedade, os exames regulares só estão sendo feitos para os pacientes já internados; o laboratório e o serviço de raios X estão fechados para o ambulatório; um aparelho móvel de raios X está quebrado; exames de biopsia estão suspensos e o quinto andar da unidade está fechado.

Nas demais unidades do município, como os hospitais Ronaldo Gazola, de Acari e Pedro II, a situação também é caótica. Profissionais estão há meses sem salários porque a prefeitura não paga às ‘organizações sociais’ e ONGs que administram essas unidades.

Clínica da Família

Crivella fechou várias unidades da Clínica da Família. Muitos trabalhadores deste setor não recebem salários em dia e, por isto e contra o fechamento de mais clínicas, encontram-se em greve. São eles que fazem o importante trabalho da saúde preventiva, uma forma comprovada de prevenir o adoecimento, melhorando a saúde da população e reduzindo drasticamente os gastos com saúde curativa.






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