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Saúde Municipal  

Abaixo-assinado em defesa do Hospital de Bonsucesso

18/12/2017

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por Olyntho Contente

Como acontece toda segunda-feira, de 8 horas ao meio-dia, dirigentes do Sindsprev/RJ, servidores e usuários participaram da coleta de subscrições ao abaixo-assinado pela manutenção do funcionamento da Emergência e contra a privatização da unidade. A meta é chegar a 1,4 milhão de adesões ao documento para então enviá-lo ao Ministério Público Federal, Estadual e ao Ministério da Saúde.

“Não podemos permitir que uma emergência que atende a pacientes, principalmente de todo o percurso da Avenida Brasil, Linhas Vermelha e Amarela seja desativada, deixando sem socorro vítimas, entre outros casos, de atropelamentos e tiroteios. É muita crueldade do ministro da Saúde, o engenheiro Ricardo Barros para com a população”, afirmou o diretor do Sindsprev/RJ, Osvaldo Mendes, durante a atividade.

Outro objetivo da coleta de assinaturas é mobilizar a população e os profissionais de saúde da unidade contra o sucateamento e a privatização. O representante do Sindsprev/RJ no Conselho Estadual de Saúde, Nereu Lopes, lembrou que vários setores já foram desativados e que o novo prédio da Emergência, pronto há meses, não foi inaugurado. “O que acontece aqui é um crime contra a população que precisa do atendimento público e gratuito de qualidade que é um dever do Estado. O ‘sinistro’ da Saúde que entregar este grande hospital ao Sírio Libanês para que ele deixe de atender os pobres e cuide somente dos ricos. Faz, assim, o jogo dos planos de saúde e isso não podemos deixar”, afirmou.

Nereu acrescentou que a ideia de Barros é transformar a emergência que atende a toda a população em uma emergência fechada, voltada para os casos internos. “Este plano é de uma crueldade sem tamanho e, ao mesmo tempo, uma forma de garantir menos custo e mais dinheiro para os grupos particulares, no caso de uma privatização do HFB”, denunciou.

Roque da Silva, presidente da Associação de Movimentos dos Renais Vivos e Transplantados do Estado do Rio de Janeiro (Amorvit/RJ), lembrou que a vida de milhares de pessoas está em risco com o crescente fechamento de clínicas e cirurgias, como foi o caso do transplante de fígado. Estão na mira do governo os setores de oftalmologia, neurocirurgia e ortopedia. “Não podemos deixar que este hospital seja fechado ou privatizado. Se fechar, vão ficar sem atendimento pacientes de todo o estado que são atendidos aqui”, disse Roque.






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