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Saúde Municipal  

Crivella reduz verbas da saúde e prejudica população carioca

10/10/2018

 

Prefeito Marcelo Crivella: administração marcada pelo caos nos serviços públicos do Rio de Janeiro
Foto: Fernando Frazão_Agência Brasil

 

Da Redação do Sindsprev/RJ
Por André Pelliccione

Quando foi eleito para a prefeitura do Rio, em 2016, Marcelo Crivella (PR) venceu aquele pleito com a promessa de que sua administração iria ‘cuidar das pessoas’. Passados quase dois anos desde a posse, no entanto, o que se tem até o momento é uma administração absolutamente caótica, marcada pelo sucateamento dos serviços públicos, com destaque para saúde e educação, e um completo relaxamento até mesmo em serviços básicos de conservação e iluminação de vias públicas.

Em termos gerais, segundo proposta orçamentária da prefeitura para 2019. já enviada à Câmara Municipal, Crivella propõe cortes ainda maiores de recursos. É que o município estima, para 2019, receita superior em apenas 1,2% à de 2018: de R$ 30,3 bilhões para R$ 30,6 bilhões. Um crescimento tímido, menor que o da inflação estimada para este ano. A redução vai afetar ainda mais todos os serviços públicos.

No caso específico da saúde, a proposta orçamentária para 2019 prevê uma queda de 4,4% em relação a 2018. O orçamento deste ano, que é de R$ 5,527 bilhões, será de R$ 5,286 bilhões em 2019.

Mesmo o orçamento deste ano de 2018 já vem sendo contingenciado em cerca de R$ 484 milhões, significando redução na capacidade de atendimento da rede municipal de saúde. Para piorar a situação, esta semana a Secretaria Municipal de Fazenda admitiu que, além das clínicas da família, os cortes vão afetar as áreas de atenção hospitalar e vigilância epidemiológica, responsável por programas de prevenção a doenças como dengue, zika e febre amarela.

“É um absurdo o que a prefeitura do Rio está fazendo com a saúde da população carioca, e justo num momento em que as ações preventivas são tão necessárias”, criticou Cristiane Bulhões, diretora do Sindsprev/RJ.

Nos últimos dois meses, a saúde municipal praticamente começou a entrar em colapso, como provam as situações caóticas dos hospitais Pedro II, Rocha Farias e Albert Schweitzer, unidades municipalizadas cujas gestões foram repassadas a ‘organizações sociais’ (O.S.). Além de estarem sucateadas, essas unidades enfrentam problemas como os constantes atrasos de salários dos funcionários das O.S., comprovando a falência desse tipo de gestão. Das 25 unidades de saúde cujos funcionários estão com salários em atraso, 16 são de emergência. 






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